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Sabor.club #18 traz Thomas Troisgros

O chef leva a sua irreverência para o prato em novo menu irretocável

Da redação - Publicado em 26/06/2018, às 09h07

Thomas Troisgros anda leve como o vento que bate no seu rosto, enquanto circula de bicicleta pelas ruas do Leblon, no Rio, e fala comigo ao telefone. “Olha, estou pedalando, viu?”, avisa. Assunto: o seu impecável novo menu, em cartaz no Olympe, o restaurante top do grupo Troisgros, no qual é o chef, desde que o pai, Claude, lhe passou o bastão há pouco mais de um ano. Tal como ele, o cozinheiro de 38 anos, que até os vinte e poucos não sabia o que fazer da vida, encontrou uma maneira muito peculiar de cozinhar, mantendo a tradição da culinária francesa (com muita técnica e muita manteiga!), misturando-a com influências daqui e de acolá.

Tal como o pai, o cozinheiro de 38 anos, encontrou uma maneira
muito peculiar de cozinhar, mantendo a tradição francesa


A cozinha, de fato, entrou na vida dele quando foi empurrado para o Culinary Institute of America, uma das maiores escolas de culinária do mundo. “Diante de um cara que não queria nada com nada, meu pai ligou para o Paul Bocuse, para me mandar para escola dele, nos arredores de Lyon. Bocuse sugeriu que eu fosse para Nova York, onde, nas palavras dele, ‘estavam formando grandes cozinheiros’.”

E assim aconteceu. Thomas, que já havia frequentado um colégio interno na vizinha Nova Jersey, por dois anos, foi feliz para a velha e boa Big Apple, que já conhecia tão bem. Como previa Paul Bocuse, praticamente da família Troisgros (lembre-se, ao lado de Pierre Troisgros e Michel Guerard, criou a Nouvelle Cuisine), Thomas se tornou um grande cozinheiro. Melhor do que ele mesmo esperava.

Confira a matéria completa sobre o chef Thomas Troisgros na Sabor.club #18, que já está nas bancas e também disponível para assinaturas