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Raspadinha de caipirinha é o hit do verão no badalado bar Pirajá Prainha

Aprenda a fazer o drinque mais provocante do boteco que faz sucesso com o espírito praiano

Robert Halfoun - Publicado em 16/01/2020, às 12h12 - Atualizado às 15h00

O Pirajá Prainha, numa esquina da rua mais badalada do badalado bairro de Pinheiros, em São Paulo, claro, não tem praia. Mas tem calçadão! E o maior espírito dos tão amados botecos cariocas. Aqui tem chope garoto (num copo menor para esquentar), tem queijo coalhotem peixe frito, tem vitrine de acepipes (salgados, curados e fermentados), tem bolinhos fritos, deliciosamente gordos. E uma exclusividade da casa que, de acordo com a pesquisa feita com grandes especialistas da botecagem, nunca foi vista no Rio. Ela é a raspirinha, a mistura da raspadinha (lembra dela?) com a caipirinha, numa ideia genial do pessoal da Cia. Tradicional de Comércio, o grupo que tem outros negócio de sucesso, em São Paulo. 

O objetivo da inusitada criação é aplacar o calor sem brisa do mar que faz ferver a cabeça dos paulistanos, na época de calor. Mas que também funciona em tempos de frio. Como as caipiras são vendidas nas versões sem gelo raspado ou com ele (sem acréscimo de valor), quase metade dos pedidos já saem na segunda opção. Quando esquenta, claro, o volume de pedidos dispara. 

O conceito do drinque é mesmo simples como parece. Para fazê-lo, é preciso uma barra de gelo, um raspador e algum esforço para raspá-lo, coisa que é feita sem qualquer prática ou habilidade. Depois de colocar os gelinhos num copo robusto, basta derramar a caipirinha, feita ao seu modo sobre eles. Ah, sim, com um detalhe importante: antes é preciso coar a bebida porque gominhos, bagaços e caroços não cabem nesta composição. 

Pirajá Prainha – Rua dos Pinheiros, 209, Pinheiros, São Paulo – SP. Tel.: (11) 5555-2042